27 novembro 2009

Texto de John Rockefeller

 Abaixo, a tradução livre, seguida pelo original em inglês:

I Believe (Eu acredito)

" Eu acredito no valor supremo do indivíduo e em seu direito à vida, à liberdade, e ao exercício da felicidade.

Eu acredito que todo direito implica uma responsabilidade; toda oportunidade, uma obrigação; cada posse, um dever.

Eu acredito que a lei foi feita para o homem e não o homem para a lei; que o governo é o servo do povo e não o seu mestre.

Eu acredito na dignidade do trabalho, quer com a cabeça ou com mão; que o mundo deve viver sem o homem, mas que tem cada homem tenha uma oportunidade para ganhar a vida.


Eu acredito que frugalidade é essencial para o bom e ordenado viver e que a economia é o principal requisito de uma sólida estrutura financeira, quer no governo, negócios ou assuntos pessoais.


Eu acredito que a verdade e a justiça são fundamentais para uma duradoura ordem social.

Eu acredito na santidade de uma promessa, que um homem de palavra deve ser tão bom quanto o seu vínculo; que o indivíduo - não o poder ou riqueza ou posição - é de valor supremo.

Eu acredito que a prestação de serviço de utilidade é o dever comum da humanidade e que só no fogo purificador do sacrifício é a escória do egoísmo e consumida a grandeza da alma humana em liberdade.


Eu acredito em um todo-sábio e todo-amoroso Deus, seja ele chamado por qualquer nome, e que a maior satisfação do indivíduo, a maior felicidade, e a mais ampla utilidade encontram-se em viver em harmonia com a Sua vontade.

Creio que o amor é a coisa mais maravilhosa do mundo, que só ele pode superar ódio; esse direito pode e deve triunfar sobre o poder."






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texto original em inglês:


I Believe



"I believe in the supreme worth of the individual and in his right to


life, liberty, and the pursuit of happiness.



I believe that every right implies a responsibility; every


opportunity, an obligation; every possession, a duty.



I believe that the law was made for man and not man for the law; that

government is the servant of the people and not their master.
I believe in the dignity of labor, whether with head or hand; that the

world owes no man a living but that it owes every man an opportunity to make a living.



I believe that thrift is essential to well ordered living and that economy is a prime requisite of a sound financial structure, whether in government, business or personal affairs.



I believe that truth and justice are fundamental to an enduring social order.



I believe in the sacredness of a promise, that a man’s word should be as good as his bond; that character -- not wealth or power or position


-- is of supreme worth.


I believe that the rendering of useful service is the common duty of mankind and that only in the purifying fire of sacrifice is the dross


of selfishness consumed and the greatness of the human soul set free.



I believe in an all-wise and all-loving God, named by whatever name,and that the individual’s highest fulfillment, greatest happiness, and widest usefulness are to be found in living in harmony with His will.



I believe that love is the greatest thing in the world; that it alone can overcome hate; that right can and will triumph over might."






(John Rockefeller)

26 novembro 2009

MULHRES LEIAN ESSA MATÉRIA DA EPOCA NEGOCIOS

Elas querem muito mais


Um estudo ouviu 12 mil mulheres nos cinco continentes (entre elas, as brasileiras) para descobrir como vivem, pensam e o que querem. Bons negócios à vista? Cerca de US$ 28 trilhões...

TIME DOMÉSTICO_A paulistana Daniela Costa precisou montar uma equipe de apoio em casa para poder trabalhar – prática comum entre as executivas brasileiras. Na escolha das babás (na foto, Viviane e Josefa, à dir.), ela aplicou técnicas de seleção e esclareceu as rotinas de trabalho em um manual. Para cuidar dos trigêmeos, Diogo, Felipe e Pedro, Daniela também conta com o apoio de seu marido, Fábio Costa

Há muito se sabe que as mulheres são as principais decisoras nas escolhas de produtos e marcas domésticas. Um inédito levantamento mundial, que traçou um perfil do gênero em 22 países, agora contabiliza: seu poder de consumo vai aumentar em US$ 8 trilhões nos próximos cinco anos e saltar para US$ 28 trilhões. “A economia feminina terá impacto ainda maior do que o PIB conjunto dos países do Bric”, avalia Michael Silverstein, consultor sênior do Boston Consulting Group (BCG) e coordenador do estudo, ao fazer referência ao bloco que reúne Brasil, Rússia, Índia e China. Por trás dessas cifras siderais há, entre outras, a previsão de que a força de trabalho feminina crescerá 20% até 2014. Pelo estudo, é possível estabelecer contrastes que emergem do retrato das brasileiras revelado pela pesquisa:


>>> De cada 100 entrevistadas, 91 dizem que ganharão mais dinheiro em cinco anos, ante 71 da média internacional. Educação é a chave para alcançar o sucesso, segundo 87% das brasileiras – índice igualmente superior ao da média mundial (64%).

“As principais diferenças da brasileira de hoje em relação à de três ou quatro décadas atrás são a postura de vencedora e o consequente reforço da autoestima”, afirma a socióloga Clarice Herzog, que desde os anos 70 pesquisa o consumo e o comportamento feminino. “Hoje elas estudam, trabalham e cuidam da família.” As estatísticas oficiais confirmam a dramática transformação: elas formam 43% da população economicamente ativa (gente que está ocupada ou buscando emprego), já são maioria nas universidades (57%) e chefiam 35% das famílias, ou 21,3 milhões de lares, um crescimento de quase 9% em apenas um ano, de acordo com o IBGE.

>>> O preço do avanço é o estresse, como declara mais da metade das brasileiras entrevistadas, em proporção superior à média internacional (49%). “Existe aqui um ponto positivo. No passado isso vinha como lamentação. Hoje é diferente: elas não abrem mão de suas conquistas e seguem com suas multifunções”, diz Clarice.

Para Cecília Russo, sócia-diretora da Troiano Consultoria de Marca e autora de Vida de Equilibrista, a solução virá da maior flexibilidade do mercado de trabalho e da busca de equilíbrio na divisão das tarefas domésticas para amenizar a dupla jornada. Segundo o levantamento, 70% delas ainda continuam a cargo das mulheres ou de suas auxiliares. Tome como exemplo a executiva paulistana Daniela Costa, 31 anos, diretora da CA, do setor de TI, e mãe de trigêmeos de 1 ano. Ausente de casa por 11 horas diárias, ela aplica práticas de gestão empresarial na vida doméstica. Seu time reúne três babás e uma empregada, pouco menos da metade da equipe que coordena na CA. Foram recrutadas entre mais de 50 candidatas. Nas entrevistas, aplicou técnicas de seleção que usa quando tem de contratar alguém para a empresa. “Isso é importante, porque a gente percebe as contradições no discurso dos candidatos”, afirma.

Daniela criou uma espécie de manual de procedimentos e um plano de incentivos. Bem objetiva, a “Cartilha da Dani” estabelece os horários das refeições, do banho e da hora de dormir, além de tarefas rotineiras, como limpeza do uniforme, organização da casa, dos brinquedos, do quarto e das roupas das crianças. “A regra é clara para todas”, diz. Quem supera os resultados, pode receber um bônus em dinheiro ou até um aumento. “Vale a pena pagar mais se a funcionária vai além das expectativas. Sou perfeccionista. Não admito estar no trabalho pensando ou fazendo outras coisas. E não sou do tipo de mãe que liga a cada cinco minutos para saber o que o filho comeu.” Daniela ainda conta com uma grande ajuda do marido, Fábio Costa, gerente financeiro de um laboratório farmacêutico e, também em casa, encarregado do orçamento e das compras de supermercado.
POR:Por Karla Spotorno

25 novembro 2009

O que fazer para abrir uma empresa

Leia essa máteria publicada no site Pequenas Empresas Grandes Négocios onde
Arthur Trejger que é sócio da empresa Cabide Ecológico, In-Home Media , diretor do CJE – Comitê de Jovens Empreendedores da FIESP - e membro do COMTEXTIL - Comitê da Indústria Têxtil da FIESP da as dicas:
A primeira coisa que você deve fazer é definir em que mercado gosta de atuar. Para um negócio ser bem sucedido, o empreendedor tem que gostar do que faz e pensar 100% do seu tempo nesse negócio. Depois disso, é essencial fazer um bom estudo de mercado e elaborar um plano de negócios bem detalhado. Com todo esse planejamento, é importante definir um tempo limite para o retorno desse investimento. Assim, é possível monitorar o dinheiro investido e saber se o resultado do negócio será ou não alcançado. Costumo dizer que é o próprio empreendedor que decide o momento certo de investir: Ele vê a oportunidade de negócio e não tem medo de arriscar. Cabe a ele aproveitar essa oportunidade

A Estratégia do Oceano Azul

Se você está antenado com as tendências do mercado de trabalho, já deve ter ouvido falar neste livro. O mundo corporativo elegeu A Estratégia do Oceano Azul, do renomado sul-coreano Chan Kim como o best seller do momento. O autor, professor da escola de negócios Insead, na França, atesta em sua obra que empresas que inovam seu próprio ambiente de negócios acabam nadando num “oceano azul”, no qual a concorrência não faz a menor diferença. Elas pararam de se basear nos rivais, e começaram a enxergar a si próprias e as demandas até então inexistentes no mercado.
A estratégia descrita no livro pode também valer para a vida profissional. Kim enxerga várias mudanças na postura de uma pessoa que podem acarretar na construção de uma sólida carreira. Nada mais útil para quem se inicia no mercado de trabalho e tem que enfrentar não só a competição como os desafios do primeiro emprego. Acompanhe os passos indicados pelo professor e crie seu próprio oceano azul.

Passo 1: Despertar visual- Aqui o objetivo é o autoconhecimento. Mapeie todas as suas competências e atribua valores a elas. Em seguida, destaque aquelas competências a serem desenvolvidas, e compare ambas as partes. Para enriquecer esta grande “matriz”, você pode acrescentar o perfil de um profissional admirado no seu campo de atuação. O final do processo lhe dará dois diagnósticos: aonde você está e aonde pretende chegar. Corra atrás das suas deficiências e fortaleça suas qualidades.

Passo 2: Exploração visual- Agora é hora de conhecer a sua imagem, como os outros te conhecem. Ouça atentamente o que os outros têm a dizer sobre seu comportamento e atuação. Vale opinião analítica de todos à volta: professor, chefe, família, namorado, amigos. Entretanto, atente-se aos objetivos propostos por você, ou seja, as observações relevantes à sua vida profissional. Novamente faça um mapa estratégico sobre sua carreira, destacando suas competências alternativas, avaliando o seu diferencial, além de examinar o que as tendências do mercado podem casar com as suas aspirações.

Passo 3: Visualização da estratégia- Para cada ponto destacado anteriormente- como, por exemplo, aprender a negociar- escreva uma mensagem consistente. Ela deve ser sucinta e apontar caminhos possíveis de serem postos em prática. Se não tiver foco, singularidade e mensagem consistente, a estratégia vai encalhar. Apresente este estudo a alguém que considere com bom juízo de valor sobre você e sua carreira a esteja atento às críticas e sugestões.

Passo 4: Comunicação Visual- Esta é a parte mais complicada, porém a derradeira para a boa gestão de carreira. Aqui você já tem consciência sobre o que é e o que deveria ser: é hora de montar um plano estratégico que diminua a distância entre essas linhas. Sempre tenha em mente o que você deseja e o que o mercado deseja, mas nunca se esquecendo da inovação como a palavra-chave para o futuro. Divulgue sua estratégia e parta para as ações nela implicadas.

Parece difícil? De fato é. Mas ninguém escondeu o quanto a construção de uma carreira é fundamentada nos desafios enfrentados e na sua postura diante deles. Reclamar não levará a nada. A grande estratégia e sé preparar melhor para nadar neste oceano azul. Só depende de você.

O QUE É O MBA?

A sigla, em inglês, para Master in Business Administration quer dizer Mestre em Administração de Negócios. MBA é um curso de formação de executivos, nas diversas disciplinas da administração, onde são estudadas matérias de marketing, finanças, RH, contabilidade etc.
O MBA é um curso voltado para quem pretende seguir uma carreira gerencial, em qualquer área ou setor.
Para fazer um MBA, é preciso ter experiência profissional de pelo menos três anos, fluência em inglês (principalmente para aqueles que querem fazer um MBA fora do Brasil) e passar numa pré-seleção (entrevista e análise de currículo) que analisará se o candidato será um bom aluno.
Para quem quer fazer um MBA fora do Brasil, é bom saber que os Estados Unidos têm as escolas líderes dos rankings, mas cursos na Europa, na Austrália e no Canadá prometem maior pluralidade, melhor aproveitamento do tempo e, assim, melhor relação custo-benefício.

O pré-sal é nosso. Mas sua poluição também.

O assunto que tomou conta do mundo nesses últimos dias foi ele, o pré-sal. Pré-sal é a denominação utilizada para reservas petrolíferas encontradas abaixo de uma profunda camada de sal no subsolo marítimo. A foi descoberta a existência de uma faixa que se estende ao longo de 800 km entre os Estados do Espírito Santo e Santa Catarina, abaixo do leito do mar, e engloba três bacias sedimentares (Espírito Santo, Campos e Santos). O petróleo encontrado nesta área está a profundidades que superam os 7 mil metros, abaixo de uma extensa camada de sal que, segundo geólogos, conservam a qualidade do petróleo.Vários campos e poços de petróleo já foram descobertos no pré-sal, entre eles o de Tupi, o principal. Um comunicado, em novembro do ano passado, de que Tupi tem reservas gigantes, fez com que os olhos do mundo se voltassem para o Brasil e ampliassem o debate acerca da camada pré-sal. À época do anúncio, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) chegou a dizer que o Brasil tem condições de se tornar exportador de petróleo com esse óleo. Estimativas afirmam que Tupi tem uma reserva estimada pela Petrobras entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo, sendo considerado uma das maiores descobertas do mundo dos últimos sete anos. No total, dados apontam que a camada pode abrigar algo próximo de 100 bilhões de barris de óleo, o que colocaria o Brasil entre os dez maiores produtores do mundo.Em contra-partida, tanta riqueza tem um preço para ser tirada: a natureza. Segundo o Greenpeace, a grande preocupação é sobre o que fazer com as emissões de carbono geradas pela exploração dos novos poços. Se a bacia for explorada sem o cuidado com o CO2, cálculos do Greenpeace mostram que o Brasil estará emitindo ao longo dos próximos 40 anos em torno de 1,3 bilhão de toneladas de CO2 por ano só com refino, abastecimento e queima de petróleo.“Ainda que o desmatamento da Amazônia seja zerado nos próximos anos, tudo indica que as emissões decorrentes do pré-sal podem anular o seu impacto positivo e manter o Brasil entre os três maiores emissores de CO2 do mundo”, alerta Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Energia do Greenpeace.E em relação a alternativa de jogar esse gás nos oceanos Leandra Gonçalves, coordenadora da Campanha de Oceanos do Greenpeace, afirma: “Os oceanos são um importante regulador climático, eles funcionam como o maior sumidouro de carbono do planeta, com capacidade para absorver até 50% das emissões geradas pela atividade humana.”Concentrações excessivas de CO2 provocam acidificação nos oceanos, comprometendo a saúde dos corais, berços importantes da biodiversidade marinha. “O aumento das emissões tem efeito nocivo nos mares, porque elas contribuem para o aumento médio da temperatura da água. Mares mais quentes têm menos capacidade de absorção de CO2”, continua Gonçalves.

Maiara Dornelles

19 maio 2009

NOTÍCIA

O site www.carbonobrasil.com.br divulgou que a ONU-Organizações das Nações Unidas lança novo acordo climático.
As propostas do documento serão debatidas daqui a duas semanas em Bonn, que sedia a segunda rodada de negociações para a COP de Copenhague, quando é esperado que seja fechado um acordo climático para substituir o Protocolo de kyoto em 2012.
O Secretariado do Clima da ONU lista diversas propostas para alguns assuntos chaves dentro do futuro tratado climático, que são as metas de corte de gases do efeito estufa (GEE), os créditos florestais, o comércio de emissões, a tecnologia de captura e armazenamento de carbono(CCS), os setores com emissões móveis (navios e aviação) e a energia nuclear.